O aperfeiçoamento nos processos de produção da indústria alimentícia visando um produto final da mais alta qualidade exige constante reavaliação dos parâmetros de suas matérias-primas, entre elas, o açúcar.
Uma exigência freqüente é por açúcar com baixos teores de polissacarídeos. Como resposta a esta necessidade, a LNF implementou no Brasil a tecnologia de hidrólise de polissacarídeos na produção de açúcar via tratamento enzimático.

Pioneira no desenvolvimento no Brasil de aplicações enzimáticas na produção de açúcar de cana, a LNF acumula a experiência necessária para dar a segurança que seus clientes necessitam para produzir açúcar com baixos teores de amido e dextrana.

Confira abaixo nossos produtos:



CONTROLE DE AMIDO

O uso dessas enzimas para reduzir o teor de amido no processo e no açúcar final trás diversos benefícios, entre eles:

• Melhora a filtrabilidade
• Facilita o cozimento no vácuo em períodos de difícil cristalização

• O amido na Cana:
— Polímero de glicose unidas por ligações α-1,4 e α-1,6;
— Amilose: linear helicoidal (α-1,4), ~2.000 monômeros
— Amilopectina: ramificações, 19-28 α-1,4 e 1 α-1,6

• Na cana-de-açúcar:
— Origem no metabolismo da planta;
— Amilose - 20%; Amilopectina - 80%;
— Forma granular (1 - 10 microns);
— Localiza-se nas folhas e na parte superior da planta (cartucho folhar);
— Função das condições de cultivo, estágio de maturação, e principalmente da variedade.

• Reduz a turbidez

• Reduz a incidência de floco alcoólico

• Estabiliza a cor


CONTROLE DE DEXTRANA

A Dextrana na cana:
• Glicoses unidas por ligações α-1,6 (60%), α-1,3 e α-1,4;
• PM: 102 - 107 Daltons;
• Formação catalizada pela dextransucarase;
— Originária de contaminação bacteriana, principalmente Leuconostoc mesenteroides;
— Principalmente linear (90% das ligações são α-1,6);
— PM: 2 - 20.106;
— Muito solúvel;
— Ocorre principalmente em períodos de chuva, em canas que demoram em ser moídas após sua queima, em canas com brocas e com maturador;
— Sua ocorrência é função da contaminação da cana por bactérias formadoras de dextrana e do tempo que essas bactérias tem de contato com as superfícies internas da planta. Por isso, que sua incidência é maior em períodos de chuva.

Elevados teores de dextrana no processo podem ser muito prejudiciais. Os principais problemas de um açúcar com alto teor de dextrana são:
• Causam deformações em balas;
• Retarda muito a cristalização no vácuo;
• Dificulta a centrifugação;
• Sua formação é as custas de perdas de sacarose;
• Desvia a análise polarimétrica;
• Dá origem a cristais de açúcar alongados.

O uso da enzima Dextranase Plus L minimiza os efeitos listados acima.


 
 

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